VILLA PATTONO 2016

Cod: RAT00416

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Produtor: Renato Ratti
País: Itália
tipo: Tinto



Região: Piemonte
Uvas: Barbera, Cabernet Sauvignon e Merlot
Volume: 750ml


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Disponibilidade: Em estoque

R$398,00
Villa Pattono é o nome da casa de campo dos ancestrais da família provenientes da região de Costigliole D´Asti desde 1700. Cristina Vittoria Pattono, bisavó de Renato, produziu seu primeiro vinho, um “vinho de casa”, resultado da mistura de uvas vindas de várias vinhas ao redor da Villa. Era o desejo da família continuar esta tradição antiga fazendo um tinto elegante e com grande potencial de guarda. Este blend é muito elegante, encorpado e com boa persistência. Aroma característico de ameixa madura, especiarias e alcaçuz.

Saiba Mais


Sobre o produtor

Foi em 1934 que nasceu a grande estrela do Barolo, Renato Ratti. Apesar de não ter vindo do mundo do vinho, já que seu pai era veterinário e seu avô médico, ele optou por estudar enologia na escola de Alba e decidiu que era tempo de emigrar para terras desconhecidas e ganhar experiência. O Brasil foi o destino escolhido e em pouco tempo se tornou encarregado da produção de vermutes e espumantes da Cinzano. Os 10 anos vividos no Brasil garantiram a Ratti uma visão inovadora, que caracterizou seu trabalho posterior de volta nas colinas de Langhe, região do Piemonte. Em 1965 Renato Ratti retorna ao Piemonte e compra a sua primeira vinha para a produção de Barolo: um pequeno lote na zona histórica de Marcenasco, logo abaixo da Abadia de L'Annunziata (Nossa Senhora da Anunciação), em La Morra. Em pouco tempo o menino que não tinha história nenhuma no mundo do vinho e nem vinha de família aristocrática, ganhou seu espaço e se tornou um dos produtores mais respeitados da região. Foi em 1969 que seu sobrinho, Massimo Martinelli, começou a trabalhar na vinícola e juntos eles aperfeiçoaram a técnica de vinificação, maturação e refinamento para o Barolo Marcenasco, com objetivo de obter elegância, sutileza e longevidade digna desta variedade. Decidiram por encurtar os períodos de fermentação e maceração e reduzir o tamanho das barricas de carvalho. Com o tempo, este processo inovador passou a ser fundamental na evolução de todos os Barolos Marcenasco. Em meados dos anos 70 e final dos anos 80, Renato Ratti tornou-se um nome de referência para os vinhos de Langhe e para os vinhos italianos em geral. Foi eleito presidente do Consórcio Barolo e logo depois diretor – geral do Consórcio de Asti. Participou diretamente da elaboração das normas e regulamentos que regem as denominações de vinhos de Alba e especialmente no que diz respeito à denominação “DOCG”, status tão cobiçado pelos produtores da região. Renato Ratti escreveu vários livros sobre os vinhos do Piemonte e da Itália. Para o Museu Ratti (antigo monastério de Annunziata), produziu um guia para as safras de Barolos, bem como uma das sub zonas históricas de Barolo e Barbaresco. Enólogo de primeira linha, historiador, comunicador, Renato Ratti se tornou um dos principais motores da revolução cultural que trouxe os vinhos do Piemonte e da Itália para o conhecimento de todo o mundo. Os Ratti agora não seriam mais lembrados como médicos e sim como grandes viticultores, criadores dos espetaculares Barolos. Após a morte prematura de Renato Ratti em 1988, seu filho Pietro, assume o comando da vinícola. Nos anos 90, ele continua a obra de ampliação e restauração dos vinhedos da família e continua a busca que seu pai havia iniciado por novas sub zonas únicas. No ano 2000 a construção da nova adega de Annunziata começa toda estruturada de forma a garantir a continuidade da missão de vinificação e refinamento iniciada por Renato Ratti em 1965, a de manter como único propósito o espírito de respeito pelas uvas e vinhas de origem.

Vinificação

As uvas são colhidas manualmente, desengaçadas e prensadas. A fermentação acontece em tanques de aço inox com temperatura controlada seguida de maceração pelo período de 7 dias. Envelhecimento acontece em barricas de carvalho francês durante 12 meses.


Cor: Vermelho rubi escuro.
Aroma: Muito aromático com destaque para ameixa madura, especiarias e alcaçuz.
Palato: Um vinho elegante, encorpado e com boa persistência.
Harmonização: Ideal com pratos ricos a base de carne vermelha, caça, cozidos, massas com molhos condimentados e queijos envelhecidos.
Teor alcoólico: 14.5%